sexta-feira, 15 de abril de 2011

Segundo a tradição chinesa, quem abraça o Um morre sem desaparecer, porque o seu ser individual não se desintegra e por isso não corre o risco de se transformar num kui (鬼, guǐ), ou seja, num espírito maligno que vagueia pelo mundo e faz mal às pessoas.
O corpo, quando acaba, apenas se torna mais transcendente, perdurando eternamente como um antepassado, imerso no Tao, onde 
«tudo é vivo e perdura»

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